NOTÍCIAS

12/06/2019

Conheça as lagartas que atacam até a soja com tecnologia intacta e como eliminá-las

Ação de choque residual e seletividade, aliadas ao amplo espectro, trazem segurança no controle das lagartas de difícil controle.

As lagartas são as piores pragas conhecidas para vários tipos de culturas. Elas infestam as lavouras e se alimentam principalmente das folhas, apesar de também comerem as flores e os grãos das plantas. Com isso eliminam grande parte da área foliar, o que diminui a quantidade e a qualidade dos grãos colhidos e, consequentemente, reduz consideravelmente a produtividade de toda a lavoura.

A necessidade de controle e uso intensivo de produtos com mesmo modo de ação, ao longo do tempo, fez com que aparecessem inúmeros tipos de lagartas com maior tolerância, complicando bastante a vida do produtor principalmente se o manejo da lavoura não é feito de forma adequada. Nem a biotecnologia adotada para reforçar a soja contra pragas consegue ser plenamente efetiva.

A chamada Soja Bt é modificada geneticamente para maior resistência e obteve ótimos resultados iniciais para controle das lagartas que atacam essa lavoura. Hoje, porém, as lavouras que usam essa tecnologia sofrem com a presença de alguns tipos de lagartas contra as quais a biotecnologia não é efetiva, principalmente as do gênero Spodoptera, como a Lagarta-das-vagens.

Na soja convencional (sem a tecnologia Bt), apesar dos programas de manejo adequados, as do gênero Chrysodeixis – a conhecida Lagarta-falsa-medideira - continuam causando transtornos ao produtor, assim como os surtos da Helicoverpa, lagarta extremamente agressiva e responsável por enormes prejuízos nas lavouras de soja.

Conheça mais sobre as lagartas que dificultam a vida do agricultor

Lagarta-das-vagens (Spodoptera eridania)
Como o próprio nome comum indica, as lagartas do gênero Spodoptera são conhecidas por atacarem as vagens da soja. Além disso podem destruir plantas recém-germinadas, causando a redução do estande. Durante o ataque às vagens essas lagartas se escondem dentro das plantas, o que dificulta a ação dos inseticidas utilizados para seu controle.

Falsa-medideira (Chrysodeixis includens)

São esverdeadas, com listras brancas longitudinais pelo seu corpo. Quando ainda pequenas são confundidas com a lagarta-da-soja em estágios iniciais - no entanto, é mais tolerante ao controle químico com o uso de produtos convencionais.

Lagarta-do-velho-mundo (Helicoverpa armigera)

Conhecida como Helicoverpa, essa praga ocorre em várias culturas além da soja. Ela causa desfolha nas plantas da soja e, na fase reprodutiva da planta, ataca as vagens, alimentando-se dos grãos. Pode desenvolver resistência aos inseticidas se não for realizado o manejo integrado com outras pragas.

 

Para combater estes verdadeiros inimigos da produtividade, a Syngenta desenvolveu o inseticida Proclaim. Seu novo modo de ação representa uma importante ferramenta no manejo, favorecendo um alto índice de controle sobre as lagartas.

Sua indicação é para o período reprodutivo da soja, que é justamente uma fase em que o produtor não pode correr riscos. É nesta época que, além de haver uma maior presença das principais lagartas da soja, a própria aplicação de inseticidas pode ficar comprometida em função do maior porte das plantas. Isso torna mais difícil atingir de forma eficaz os alvos biológicos, o que implica a necessária utilização de produtos de melhor performance.

Proclaim funciona por ação translaminar, ou seja, penetra na superfície da folha e protege os dois lados dela. Dessa forma, até a lagarta que se esconde entre as folhas consome o produto e é rapidamente paralisada. Essa é a ação de choque que atua diretamente nas lagartas, combatendo-as e impedindo sua reprodução. E não é só isso. O produto também possui um efeito residual capaz de agir na planta durante toda sua fase de desenvolvimento posterior, mantendo assim a continuidade de sua ação de controle.

Proclaim é produzido sob os mais rigorosos processos de qualidade. Além disso possui uma alta seletividade, o que faz com que os insetos benéficos à lavoura e ao ecossistema não sejam atacados, colaborando para um perfeito manejo integrado de pragas de longo prazo.

FONTE: PORTAL SYNGENTA